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	<title>Nadia Insights</title>
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		<title>Como Lidar com a Frustração no Trabalho</title>
		<link>https://nadiainsights.com.br/como-lidar-com-a-frustracao-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nadiabonuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito]]></category>
		<category><![CDATA[proposito]]></category>
		<category><![CDATA[transição de carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentir frustração no ambiente de trabalho é uma experiência comum, mas que pode ser superada de maneira construtiva. Neste post eu exploro quatro passos essenciais para enfrentar e transformar essa frustração em uma oportunidade de crescimento. Ao seguir esses passos, você estará no caminho para transformar a frustração em um trampolim para uma vida profissional mais satisfatória e alinhada com seu propósito.</p>
<p>O post <a href="https://nadiainsights.com.br/como-lidar-com-a-frustracao-no-trabalho/">Como Lidar com a Frustração no Trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://nadiainsights.com.br">Nadia Insights</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1536" class="elementor elementor-1536" data-elementor-post-type="post">
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									<h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Sentir frustração em relação ao trabalho é uma experiência que muitos de nós já vivenciaram em algum momento de nossas carreiras. A rotina profissional, que costumava ser gratificante, pode se transformar em um fardo pesado de carregar. A boa notícia é que a frustração no trabalho pode ser superada, e este post tem como objetivo fornecer orientações para lidar com esse desafio de maneira construtiva.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>É normal passar por momentos em que questionamos nossa satisfação no trabalho e nos vemos em busca de soluções para recuperar o entusiasmo perdido. Afinal, a carreira é uma parte fundamental de nossas vidas e ter um ambiente profissional saudável e gratificante é essencial para nosso bem-estar geral. Ainda que a frustração pareça avassaladora, saiba que existem passos que você pode tomar para transformar essa situação em uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Neste post, vamos explorar estratégias práticas para lidar com a frustração no trabalho. Desde reconhecer e compreender a raiz da insatisfação até buscar alinhamento com seu propósito pessoal, você encontrará insights valiosos que o ajudarão a enfrentar essa fase desafiadora. Lembre-se de que, embora não haja uma solução única para todos, as abordagens discutidas aqui podem ser adaptadas para se ajustarem à sua situação específica. Portanto, prepare-se para descobrir maneiras de reacender a paixão pelo trabalho e redirecionar sua trajetória profissional de forma positiva.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":4} --></p>
<h4 class="wp-block-heading">Prefere vídeo?</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Este conteúdo também está disponível em vídeo. Caso prefira esse formato, considere se inscrever no&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/c/NadiaInsights" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>canal do YouTube Nadia Insights</strong></a>.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
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<p><!-- wp:heading --></p>
<h2 class="wp-block-heading">4 passos para lidar com a frustração no trabalho</h2>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Lembro de uma fase da minha vida em que não estava mais feliz com o meu trabalho. Não estava gostando do que fazia e me sentia profundamente frustrada por isso. Percebo que muitas pessoas que buscam um propósito, que almejam a realização profissional, passam por algo semelhante. Chega um ponto na jornada em que a pessoa questiona o sentido do seu trabalho. Um emprego que, talvez inicialmente, fosse aceitável ou até agradável, de repente se transforma em um peso, em uma rotina pesada e desagradável. Isso aconteceu comigo, e sei que é uma situação comum para muitos que buscam uma vida com propósito. Com base na minha própria jornada e das pessoas que ajudei, apresento 4 passos para superar essa frustração no trabalho.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3 class="wp-block-heading">Passo 1: Reconheça a frustração</h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O primeiro passo para lidar com a frustração no trabalho é reconhecer que ela existe. É uma etapa crucial, uma vez que a maioria das pessoas tende a evitar admitir que está insatisfeita ou descontente com seu trabalho. Reconhecer internamente esse sentimento é fundamental para iniciar uma mudança significativa em sua vida profissional. Não é necessário proclamar isso aos outros; o importante é fazer uma reflexão honesta consigo mesmo e admitir que a frustração está presente.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Esse reconhecimento não apenas alivia a carga emocional, mas também é um passo crucial para compreender a causa subjacente da frustração. Muitas vezes, quando não estamos alinhados com nosso propósito e essência, essa insatisfação torna-se mais perceptível. À medida que nos aprofundamos no autoconhecimento e na expansão de consciência, as camadas que antes amorteciam nossa percepção são removidas. Isso nos permite enxergar mais claramente o que não está em harmonia com nossa essência.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Portanto, admitir internamente, mesmo que seja apenas para si mesmo, que você está experimentando essa frustração é o primeiro passo para iniciar um processo de transformação. Reconhecer que o trabalho atual pode não estar alinhado com seu propósito e essência permite que você comece a explorar maneiras de trilhar um caminho mais significativo e satisfatório em sua carreira.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3 class="wp-block-heading">Passo 2: Explore os motivos</h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>O segundo passo essencial consiste em investigar profundamente os motivos para sua insatisfação no trabalho. O que falta no seu trabalho? Ou o que você tem que fazer mas não tem mais vontade? É importante compreender o que está faltando ou o que não mais se alinha com seus sonhos ou valores.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":4} --></p>
<h4 class="wp-block-heading">Ambiente tóxico</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Por exemplo, a frustração no trabalho pode surgir de um ambiente tóxico, onde <strong>valores </strong>conflitantes com os seus prevalecem, tornando a convivência desafiadora. Seus colegas de trabalho não são as pessoas com quem gostaria de trabalhar ou talvez até seus clientes não sejam as pessoas que você deseja atrair.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":4} --></p>
<h4 class="wp-block-heading">Falta de desafios</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Também pode ocorrer que o desafio no trabalho tenha mudado, não contribuindo mais para seu crescimento ou aprendizado. Talvez o trabalho que antes estimulava sua <strong>motivação</strong> agora pareça estagnado, sem perspectivas de progresso profissional ou pessoal.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":4} --></p>
<h4 class="wp-block-heading">Falta de propósito</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Pode ser também que você tenha percebido que o seu trabalho não está alinhado com o seu propósito. E você está se questionando: Qual é o meu <strong>propósito</strong>? Qual é a minha <strong>missão de vida</strong>? Não é isso aqui! Ou será que é isso aqui? Será que estou fazendo o que deveria estar fazendo? Será que não estou? Seu coração lhe diz que não é, mas ao mesmo tempo você não sabe o que é.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Isso pode gerar um conflito interno e uma frustração muito grande. É como se algo dentro de você dissesse que você pode mais, que você pode ajudar mais pessoas, trazer um impacto para o mundo! E no seu trabalho atual seu potencial não é explorado e você sente que não é a vida que você deveria estar vivendo.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":4} --></p>
<h4 class="wp-block-heading">Estilo de vida</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Além disso, a insatisfação pode derivar do estilo de vida incompatível com o trabalho atual. Por exemplo, vamos dizer que você deseje uma vida com mais <strong>liberdade</strong>. No entanto, o trabalho atual exige bater o ponto e cumprir horários fixos na empresa. E você sente falta de desfrutar da luz do sol, de criar seus próprios horários e de escolher quando tirar suas férias. Essa situação pode aumentar sua frustração.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":4} --></p>
<h4 class="wp-block-heading">Salário</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Questões salariais também podem influenciar fortemente. Por exemplo, você pode não estar recebendo o que acredita que <strong>merece</strong>, ou talvez haja um teto definido para seus ganhos na empresa, sem oportunidade de crescimento nesse aspecto. Essa limitação salarial pode gerar uma grande frustração no trabalho.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":4} --></p>
<h4 class="wp-block-heading">Exercício de reflexão</h4>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Minha experiência também abrangeu essas frustrações. Percebi que valores discrepantes com os meus predominavam em meu ambiente de trabalho, tornando-o tóxico para minha jornada. Além disso, o desafio que eu enfrentava não estava alinhado com minha busca por evolução pessoal. No cerne da minha frustração estava a consciência de que não vivia meu propósito, o que me motivou a buscar mudanças.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Recomendo a reflexão e até mesmo um <strong>exercício de escrita</strong> para investigar mais a fundo os motivos da sua frustração. Você pode começar se perguntando: Porque eu não gosto do meu trabalho? Porque eu estou infeliz no meu trabalho? O que no meu trabalho me deixa frustrada(o)? E de repente, ao fazer o exercício de escrita, surgem coisas, e aí será mais fácil você ter clareza sobre para onde se direcionar daqui para frente .</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3 class="wp-block-heading">Passo 3: Busque o Propósito</h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Após reconhecer a frustração e entender os motivos por trás dela, é hora de mergulhar na busca pelo seu propósito. Especialmente se essa frustração está relacionada à sensação de não estar vivendo o seu propósito no trabalho atual. Questionar-se e explorar a si mesma(o) mais a fundo é essencial. Quais são seus dons, talentos, habilidades e paixões? Como você pode empregar essas qualidades para servir aos outros e atender às demandas do mundo?</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>À medida que nos envolvemos nesse processo de autoconhecimento, entramos em contato com nossa a parte mais autêntica de quem somos. Ao identificar nossas habilidades naturais e reconhecer as áreas onde sentimos paixão, começamos a delinear uma trajetória alinhada com nosso propósito. É como se acendêssemos uma luz interior que guia nosso caminho.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Se você sente essa frustração com o trabalho, é provável que essa voz interna esteja sinalizando que você não está seguindo seu propósito. Eu chamo essa sensação de &#8216;Descontentamento Divino&#8217;, que é uma frustração interna que surge quando não estamos alinhados com nossos verdadeiros anseios, pode ser uma oportunidade para uma transformação profunda.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Investigue seus dons, talentos e paixões para criar uma combinação que te permita dissolver esse Descontentamento Divino, se alinhar com o que seu coração verdadeiramente anseia e manifestar sua missão de vida. Ao descobrir e abraçar seu propósito, você encontrará a verdadeira solução de longo prazo para lidar com a frustração no trabalho.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
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<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading {"level":3} --></p>
<h3 class="wp-block-heading">Passo 4: Aproveite o momento</h3>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>É importante lembrar que todo esse processo é uma jornada, especialmente quando se trata de descobrir o seu propósito, é importante adotar uma mentalidade positiva mesmo enquanto está no emprego atual, que possivelmente não é o dos seus sonhos. Busque ver o lado positivo dessa situação.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Eu sei que na prática isso não é fácil mas quando vier a frustração, ou até mesmo uma raiva, respire fundo e lembre que essa fase é passageira. Aproveite para se aprofundar em si mesma(o). Invista em cursos, formações, terapia, coaching ou mentorias, buscando autoconhecimento e desenvolvimento de suas habilidades. Aproveitar esse período para ampliar seus horizontes e ganhar clareza, enquanto se prepara para uma transição ou mudança de carreira, pode ser uma estratégia muito poderosa.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A chave está em adotar uma mentalidade de gratidão. Mesmo que não seja o trabalho dos seus sonhos, ele oferece lições e oportunidades. Ao se abrir para a ideia de que cada momento tem seu propósito, você se posiciona de forma mais leve e receptiva. Abandone a frustração e mergulhe na gratidão. Essa mudança de perspectiva tornará a fase de transição mais suave e eficaz. Lembre-se de que essa jornada é uma preparação essencial para abraçar plenamente o seu propósito. Aproveite cada etapa com gratidão, mantendo-se aberta(o) para as direções que o universo lhe apresenta e permitindo que esse momento de vida seja uma experiência enriquecedora e inspiradora.</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:heading --></p>
<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>
<p><!-- /wp:heading --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Não gostar mais do nosso trabalho pode ser uma experiência dolorosa e desafiadora. No entanto, ao enfrentar a frustração e buscar um novo propósito, estamos abrindo as portas para uma vida profissional mais satisfatória e significativa. Lembre-se de que você merece encontrar propósito no seu trabalho e nunca é tarde para buscar essa realização. Tenha coragem, confie em si mesmo e dê o primeiro passo em direção a uma vida profissional mais alinhada com quem você realmente é.</p>
<p>Nadia B Bonumá<span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">&nbsp;</span></p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://nadiainsights.com.br/como-lidar-com-a-frustracao-no-trabalho/">Como Lidar com a Frustração no Trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://nadiainsights.com.br">Nadia Insights</a>.</p>
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		<title>É tarde demais para mudar de carreira?</title>
		<link>https://nadiainsights.com.br/e-tarde-demais-para-mudar-de-carreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nadiabonuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 20:32:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito]]></category>
		<category><![CDATA[proposito]]></category>
		<category><![CDATA[transição de carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este post desconstrói o mito do limite de idade para mudança de carreira, explorando quatro motivos: sucesso x vazio existencial, a quebra de estereótipos, o poder do propósito, e a importância da evolução contínua. É possível e benéfico reinventar a carreira em qualquer momento da vida.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2>



<p>Você já se questionou: Será que é tarde demais para mudar de carreira? Aquela vozinha interior que nos diz que uma vez escolhido um caminho profissional, estamos comprometidos a percorrê-lo pelo resto de nossas vidas. No entanto, será mesmo que essa crença é incontestável? Neste artigo, vamos mergulhar na discussão sobre por que não é tarde demais para buscar um trabalho que verdadeiramente nos traga felicidade e realização. Vamos explorar as razões pelas quais vale a pena considerar uma mudança de carreira, independentemente da fase da vida em que nos encontramos. Então, venha comigo nessa jornada de autoexploração e autoempoderamento, enquanto desvendamos o mito de que é tarde demais para mudar e abraçamos a ideia de que, na verdade, o momento certo é agora. </p>



<p> </p>



<h4 class="wp-block-heading">Prefere vídeo?</h4>



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<h2 class="wp-block-heading">Porque não é tarde demais para mudar de carreira</h2>



<p>Vamos explorar <strong>quatro motivos</strong> para desconstruir essa crença de que existe limite de idade para mudar de profissão: sucesso x vazio existencial, a quebra de estereótipos, o poder do propósito, e a importância da evolução contínua.</p>



<ul class="wp-block-list"></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Sucesso x Vazio Existencial</h3>



<p>O primeiro motivo pelo qual eu defendo que não é tarde demais para mudar de carreira é a sensação de <strong>vazio existencial </strong>que muitas vezes surge em meio ao sucesso profissional. Isso aconteceu comigo, eu cheguei em um ponto da minha carreira em que eu tinha sucesso, eu ganhava um bom salário, eu era respeitada e reconhecida, mas eu não estava mais feliz naquele trabalho. Pelo contrário, eu tava sentindo um vazio muito grande. </p>



<p>Ao alcançar um bom salário, ganhar reconhecimento e respeito na área de atuação, é fácil presumir que estamos no caminho certo. No entanto, nem sempre essas conquistas se traduzem em verdadeira felicidade. Às vezes as pessoas confundem esse vazio com depressão mas é uma outra coisa. É quando você sente: Não estou feliz no meu trabalho! Sinto um vazio porque algo dentro de mim, lá no fundo, me diz que eu deveria estar fazendo outra coisa.</p>



<p>Assim como eu experimentei, muitas pessoas se encontram nessa encruzilhada. A carreira que parecia promissora no início perde seu brilho à medida que a ligação com o propósito é enfraquecida. A desconexão entre o trabalho e nossos valores fundamentais resulta nesse vazio interior. É importante entender que esse vazio não é um sinal de fraqueza, mas sim um indicador de que estamos prontos para uma <strong>mudança significativa</strong>.</p>



<p>A busca pela realização não deve ser encarada como um luxo, mas sim como uma necessidade básica. Nascemos para ser felizes e alinhar nossa carreira com nossa essência é um passo vital nessa direção. Ignorar essa chamada interna pode levar a uma vida de inquietude e insatisfação. Portanto, enfrentar o vazio existencial com coragem e disposição para explorar novos caminhos é o primeiro passo rumo a uma carreira que nos traga verdadeira realização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Rompendo estereótipos</h3>



<p>A sociedade muitas vezes nos impõe estereótipos e expectativas sobre como nossa carreira deve se desenrolar. Por exemplo, com 18 anos, como eu queria fazer faculdade, eu escolhi uma profissão. E  eu acreditava que era uma decisão definitiva, a sensação que eu tinha era de que qualquer desvio desse caminho era um <strong>sinal de fracasso</strong>. No entanto, a realidade é que as pessoas evoluem, os interesses se transformam e as paixões se reacendem.</p>



<p>Ao enfrentar a ideia de que é tarde demais para mudar de carreira, muitos de nós nos deparamos com o <strong>medo do julgamento</strong>. A preocupação sobre o que os outros vão pensar pode se tornar um obstáculo paralisante. Existe um estereótipo social de que você é a sua profissão, de que você é aquilo que você faz. Superar esse medo requer uma mudança de perspectiva e a compreensão de que somos seres em constante evolução.</p>



<p>Minha própria jornada me fez perceber que a vida é um <strong>ciclo de aprendizado e crescimento</strong>, e cada fase pode trazer novas oportunidades. Romper com os estereótipos requer coragem e a disposição de abraçar a autenticidade.  Inclusive, eu te convido a refletir: O que é mais importante para você? Seguir o seu coração que está lhe pedindo para mudar e buscar um novo trabalho ou se preocupar com um possível julgamento de outras pessoas? Pensa um pouco nisso! </p>



<p>Ao confrontar os medos que envolvem a mudança, descobri que a busca pela realização pessoal é uma prioridade maior do que a aprovação externa. Essa busca é uma jornada íntima que exige uma quebra de padrões, mas, ao fazer isso, nos aproximamos de quem realmente somos. Portanto, desafiar estereótipos e lidar com o medo de mudar não é apenas uma possibilidade, mas uma necessidade para abraçar a autenticidade e o crescimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Força das Paixões e do Propósito</h3>



<p>As paixões e o propósito têm um papel crucial na jornada de transição de carreira, e um exemplo pessoal ilustra essa importância. Lembro-me de quando ingressei na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), meu último emprego antes da mudança de carreira. No começo, eu estava muito feliz e empolgada. Mudar para Florianópolis e trabalhar na UFSC era um <strong>sonho realizado</strong>!</p>



<p>Entretanto, esse entusiasmo contrastou com um encontro marcante. Um dia, ao subir as escadas na universidade, cruzei com um professor mais antigo, quase prestes a se aposentar. Em meio a uma conversa casual, ele compartilhou sua jornada de duas décadas ensinando a mesma matéria. Porém, suas palavras revelavam uma rotina desprovida de paixão. Ele expressou incertezas sobre sua abordagem pedagógica e confessou que, após tanto tempo, a aula parecia mecânica e desprovida de profundidade.</p>



<p>E <strong>essa conversa me impactou profundamente</strong>. O brilho nos olhos daquele professor havia se apagado, e a energia que uma vez o impulsionou tinha cedido lugar à monotonia. Seus sentimentos me fizeram refletir sobre minha própria trajetória. Anos depois, embora ainda empolgada, comecei a sentir uma perda de paixão e propósito em meu trabalho na UFSC. O entusiasmo inicial deu lugar a uma sensação de viver no piloto automático, as aulas se tornaram repetitivas e a conexão com minha essência havia diminuído.</p>



<p>Esse exemplo ressalta a importância de ouvir nossas paixões e propósito. Ao perceber os sinais de perda de entusiasmo, percebi que estava no caminho de me tornar um &#8220;robozinho&#8221; em minha própria jornada profissional. O desejo de evitar essa situação impulsionou minha transição de carreira. Eu não queria uma rotina que esgotasse minha paixão e drenasse minha alma. E a mesma preocupação é o que me motiva a compartilhar essa mensagem com você.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">A Importância da Evolução Contínua</h3>



<p>A busca por crescimento e evolução constante é um aspecto crucial da nossa experiência humana. Voltando ao exemplo anterior, quando eu comecei a trabalhar com professora universitária, estava cheia de empolgação e entusiasmo. No entanto, com o passar dos anos, percebi que minha paixão estava diminuindo e minha jornada profissional estava se tornando mecânica. As aulas se repetiam, e a sensação de desafio e crescimento desaparecia. </p>



<p>Foi nesse momento que percebi a importância da evolução constante. O desejo de aprendizado e crescimento me impulsionou a buscar <strong>novos desafios</strong>. Ao fazer a transição de carreira, abracei a oportunidade de me reinventar e aprender novas habilidades.</p>



<p>Essa busca incessante por crescimento não se limitou ao aspecto profissional. Também me inspirei a crescer emocional e espiritualmente. A jornada de autoconhecimento que acompanha a mudança de carreira me ajudou a descobrir camadas mais profundas de mim mesma.</p>



<p>A busca por crescimento constante é uma atitude que transcende a idade. Independentemente de onde estamos na jornada da vida, <strong>sempre há espaço para aprender, evoluir e expandir nossos horizontes</strong>. Essa busca nos mantém despertos e vibrantes, evitando a estagnação que muitas vezes acompanha a zona de conforto.</p>



<p>Em resumo, minha experiência pessoal destaca a importância da busca por crescimento e evolução em uma transição de carreira. É a mentalidade de busca por novos desafios, aprendizado e autoconhecimento que nos mantém vivos e apaixonados pelo que fazemos. A jornada de crescimento é contínua e enriquecedora, moldando não apenas nossa carreira, mas também nossa jornada como seres humanos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Ao explorarmos os motivos para uma transição de carreira, fica claro que a crença &#8220;é tarde demais para mudar de carreira&#8221; é um mito que não deve nos deter. Através dos pontos discutidos, compreendemos que a busca pela realização, o rompimento de estereótipos, a conexão com paixões e propósito, e a busca pelo crescimento contínuo são forças poderosas que desafiam essa ideia limitante.</p>



<p>O vazio existencial e a busca por satisfação nos lembram de que <strong>a vida é muito curta para viver uma rotina vazia</strong>. Romper estereótipos nos mostra que nossa identidade não está fixada em uma única profissão. As paixões e o propósito nos inspiram a redefinir nossa jornada e se alinhar com o que realmente nos move. O desejo constante de crescimento nos mantém vivos e curiosos, não importando a sua idade.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Estou no caminho certo ou me afastando do propósito?</title>
		<link>https://nadiainsights.com.br/estou-no-caminho-certo-ou-me-afastando-do-proposito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nadiabonuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 20:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito]]></category>
		<category><![CDATA[proposito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer descobrir se está no caminho certo ou se afastando do seu propósito? Neste post exploramos pontos-chaves importantes como os sinais físicos, o estado emocional e o fator determinante para identificar se você está no caminho certo para uma vida autêntica e significativa. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Introdução</h3>



<p>Você já se pegou questionando suas escolhas e se perguntando: &#8220;Será que estou no caminho certo?&#8221; Essa dúvida pode surgir especialmente quando se trata do trabalho e do propósito de vida. A busca pela clareza nesses momentos é natural, pois todos almejamos encontrar o caminho que nos conduzirá ao sentido mais profundo de nossas jornadas. Neste post, exploraremos alguns sinais para te ajudar a descobrir se está seguindo na direção certa ou se afastando do seu verdadeiro propósito. Vamos mergulhar nessa jornada de autoconhecimento em busca de respostas esclarecedoras para esse questionamento tão importante.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Prefere vídeo?</h5>



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<h3 class="wp-block-heading">Sinais para saber se está no caminho certo</h3>



<h4 class="wp-block-heading">Observando os sinais físicos</h4>



<p>Uma maneira poderosa de se conectar com seu estado interior é prestando atenção aos sinais que o seu corpo envia. Ao trazer a consciência para o corpo, você pode descobrir pistas valiosas sobre o seu alinhamento com o caminho que está seguindo.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Tensão Física após o Trabalho:</strong> Observe como você se sente fisicamente após um dia de trabalho. Se perceber uma tensão constante nos ombros, pescoço ou até mesmo dores de cabeça após o expediente, é importante refletir sobre o motivo disso ocorrer com frequência. Essa tensão física pode indicar que algo no trabalho o incomoda ou não está alinhado com o seu propósito.</li>



<li><strong>Postura Defensiva no Trabalho:</strong> Outro sinal a ser observado é como você se comporta no ambiente de trabalho. Por exemplo, no meu trabalho anterior, percebi que estava frequentemente em uma postura defensiva. Principalmente nas reuniões eu me sentia desconfortável, como se precisasse me proteger o tempo todo. Se você se encontra frequentemente em uma postura defensiva, isso pode indicar que não está genuinamente confortável com o que está fazendo. Essa posição defensiva pode impactar não apenas sua saúde física, mas também sua motivação e satisfação com o trabalho. </li>



<li><strong>Dificuldade de Relaxar:</strong> Perceba como você se sente após o trabalho para identificar seu estado emocional. Se notar que mesmo após chegar em casa, tem dificuldade em relaxar e desligar do trabalho, isso pode indicar um desalinhamento entre suas atividades diárias e seu verdadeiro propósito. Essa inquietação emocional pode afetar seu sono e bem-estar geral.</li>



<li><strong>Falta de Energia:</strong> Sentir-se constantemente esgotado(a) e sem energia para realizar as tarefas diárias pode ser um forte sinal de que não está no caminho certo. Se a motivação para trabalhar e realizar suas atividades profissionais está em baixa, é hora de investigar se essas ocupações estão alinhadas com seus valores e objetivos de vida.</li>
</ol>



<p>Observar esses sinais físicos é uma prática valiosa para ajudá-lo a entender se está realmente caminhando em direção ao seu propósito ou se é necessário fazer ajustes em suas escolhas para viver uma vida mais significativa e autêntica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O Impacto do Estado Emocional</h4>



<p>Nosso estado emocional desempenha um papel fundamental em nossa jornada em busca do propósito e do caminho certo. Como já mencionei, experimentei em primeira mão o impacto que o estado emocional pode ter em nossa vida profissional e pessoal. É importante observar como suas emoções se manifestam em relação ao trabalho, pois elas podem oferecer insights importantes sobre o alinhamento com o seu propósito.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Ansiedade e Estresse Excessivos:</strong></h5>



<p>Sentir ansiedade e estresse em relação ao trabalho é comum em determinadas situações, mas quando essas emoções se tornam constantes e esmagadoras, pode ser um sinal de que algo não está em harmonia. Se você se sente ansioso(a) na maioria das vezes em relação ao trabalho, é hora de investigar o que está causando essa tensão emocional. A ansiedade excessiva pode indicar que o trabalho não está alinhado com seus valores ou que está sobrecarregado(a) com responsabilidades que não trazem satisfação.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>&#8211; Falta de Motivação e Apatia: </strong></h5>



<p>Sentir falta de motivação e estar em um estado de apatia em relação ao trabalho pode ser um indício de que você está se afastando do seu propósito. Quando a atividade que você realiza não desperta entusiasmo e não se conecta com sua essência, é natural que o interesse e a energia diminuam. Essa falta de motivação pode ser um sinal de que é necessário reavaliar suas escolhas e buscar um caminho que estimule seu potencial criativo e paixões pessoais.</p>



<p>Portanto, prestar atenção ao seu estado emocional em relação ao trabalho é crucial para entender se está no caminho certo ou se é necessário fazer mudanças significativas em sua trajetória. Suas emoções são um guia valioso para ajudá-lo(a) a encontrar uma vida mais alinhada com seu propósito e seus valores mais autênticos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O Fator Determinante: Valores</h4>



<p>Um dos elementos-chave para saber se você está no caminho certo ou se afastando do seu propósito é o nível de comprometimento que você possui em relação aos seus valores pessoais. Esse fator pode ser determinante na busca por uma vida significativa e alinhada com quem você realmente é.</p>



<h5 class="wp-block-heading">&#8211; <strong>Comprometimento dos Seus Valores</strong>:</h5>



<p>Os valores são princípios fundamentais que orientam nossas ações, escolhas e comportamentos. Eles representam aquilo que consideramos importante e significativo em nossas vidas. Quando você tem clareza sobre seus valores, eles servem como um guia interno que direciona suas decisões e motivações. Portanto, é fundamental conhecer seus valores mais profundos para avaliar se suas atividades e trabalho atual estão em sintonia com eles.</p>



<p>O comprometimento com os valores é essencial para uma vida autêntica. Isso significa estar disposto(a) a viver em coerência com o que você realmente acredita e valoriza. Se o seu trabalho atual exige que você vá contra seus valores ou sacrifique suas convicções pessoais, é provável que você se sinta desgastado(a) emocionalmente e insatisfeito(a) com sua trajetória.</p>



<h5 class="wp-block-heading">&#8211; <strong>Incoerência e desconforto</strong>:</h5>



<p>Quando há uma falta de comprometimento com os valores, você pode experimentar um sentimento de incoerência interna. Essa incoerência pode gerar desconforto emocional e até mesmo um conflito interno, pois você estará realizando atividades que vão contra suas crenças essenciais. A longo prazo, isso pode levar a uma sensação de insatisfação e frustração com sua vida e trabalho.</p>



<p>Por outro lado, quando você se compromete com seus valores e procura viver de acordo com eles, experimenta uma sensação de coerência e integridade. A conexão com seus valores mais profundos traz clareza sobre o que realmente importa para você, permitindo que suas escolhas e ações estejam em harmonia com sua essência. Essa busca pela coerência é um caminho poderoso para encontrar um propósito verdadeiro e significativo em sua jornada.</p>



<p>Portanto, é fundamental refletir sobre seus valores e avaliar o grau de comprometimento que você tem com eles em relação ao trabalho que realiza. Se você perceber que há uma desconexão entre seus valores e sua atual ocupação, é importante considerar ajustes e mudanças para viver uma vida mais autêntica e alinhada com seu propósito. O comprometimento com seus valores é um guia confiável para encontrar um caminho que ressoe verdadeiramente com quem você é e o que acredita, permitindo que você alcance uma sensação de realização e plenitude em sua jornada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Caminho Certo x Caminho Errado </h4>



<p>Na verdade, numa visão metafísica, não existe caminho certo ou caminho errado, mas sim <strong>momentos de alinhamento</strong>. A jornada da vida é uma constante evolução, e cada passo dado representa uma oportunidade de crescimento e aprendizado. O importante é estar em sintonia com nossa verdadeira essência e valores, permitindo que nossa intuição e bússola interna nos guiem na busca por um propósito significativo.</p>



<p>Durante essa jornada de alinhamento, as <strong>sincronicidades</strong> desempenham um papel fundamental. O Universo parece conspirar a nosso favor, trazendo encontros, oportunidades e situações que estão em harmonia com nossos desejos mais autênticos. Prestar atenção a esses sinais pode te auxiliar na identificação de escolhas alinhadas com seu verdadeiro propósito. Ao abraçar essas coincidências significativas, encontramos clareza e direção em nossa jornada.</p>



<p>O caminho certo não é uma linha reta e imutável, mas sim uma <strong>frequência </strong>a ser ajustada conforme evoluímos. À medida que ganhamos clareza sobre nossos valores e aspirações, é fundamental vivermos uma vida coerente com aquilo que acreditamos. Isso requer flexibilidade e disposição para fazer ajustes em nossa trajetória, buscando uma harmonia entre quem somos e o que manifestamos no mundo. Ao nos alinharmos com nossa verdadeira essência, encontramos um propósito genuíno e uma sensação de realização profunda.</p>



<p>Está precisando de ajuda para viver seu propósito?&nbsp;<a href="http://nadiainsights.com.br/mentoria"><strong>Clique aqui&nbsp;</strong></a>para saber mais sobre a&nbsp;<a href="http://nadiainsights.com.br/mentoria" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Mentoria Propósito Online</strong></a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>Descobrir se estamos no caminho certo ou nos afastando do nosso propósito é uma jornada de autoconhecimento e alinhamento. Não existem caminhos absolutamente certos ou errados, mas sim momentos de conexão com nossa essência. As sincronicidades nos guiam em direção a escolhas autênticas e significativas, fortalecendo-nos ao enfrentar desafios. A importância de viver coerente com nossos valores é essencial para encontrar um verdadeiro propósito. Permita-se ser conduzido(a) pelo autoconhecimento, ouvindo sua intuição e aberto(a) às sincronicidades. Assim, viva uma vida que reflita quem você realmente é, com significado e coerência. A jornada pode ser desafiadora, mas o prêmio é enriquecedor.</p>
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		<title>Vida Leve e Impactante: Seguindo seu Propósito!</title>
		<link>https://nadiainsights.com.br/vida-leve-impactante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nadiabonuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito]]></category>
		<category><![CDATA[proposito]]></category>
		<category><![CDATA[vida leve e impactante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como ter uma vida leve e impactante seguindo seu propósito! Aprenda a equilibrar autenticidade, intensidade e autoconhecimento nessa jornada inspiradora.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como ter uma vida leve e impactante seguindo seu propósito? Este tema que tem estado muito presente em minha vida nos últimos tempos: como abraçar seu propósito e ter uma vida leve e impactante. Hoje eu considero que meu estilo de vida é leve, porque eu priorizo a paz interior e a presença. No entanto, também sinto um chamado para contribuir, servir e ajudar outras pessoas na jornada do autoconhecimento, vida com propósito e expansão de consciência. Então, como equilibrar essa vida leve com esse chamado para contribuir seguindo seu propósito? Durante a minha jornada de autodescoberta, encontrei algumas chaves que têm sido fundamentais para mim e que eu compartilho neste post.</p>



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<h3 class="wp-block-heading">Como ter uma vida leve e impactante?</h3>



<p>Hoje quero compartilhar com você um tema que tem estado muito presente em minha vida nos últimos tempos: como viver com propósito e ter uma vida leve e impactante. Essa jornada começou quando uma amiga terapeuta me disse uma frase que fez muito sentido para mim: &#8220;uma vida leve e impactante&#8221;. A partir desse momento, comecei a me questionar sobre como poderia realmente viver dessa maneira.</p>



<p>Para contextualizar, eu já possuía um estilo de vida que considerava leve. Sentia-me em paz interior, vivia em presença e gostava da forma como conduzia meu dia a dia. No entanto, também sentia um chamado para contribuir, servir e ajudar outras pessoas na jornada do autoconhecimento e expansão de consciência. Então, a pergunta que me acompanhava era: Como equilibrar essa busca pela leveza com uma vida impactante? Durante essa jornada de descobertas, encontrei algumas chaves que têm sido fundamentais para mim e que senti de compartilhar com você.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Autenticidade</h4>



<p>A primeira chave para uma vida leve e impactante está na autenticidade. Acredito que todos nós temos uma contribuição única a fazer, e a melhor forma de trazer isso para o mundo é sendo a nossa versão mais verdadeira. Deixa eu te contar uma experiência que tive. Quando eu decidi sair do meu emprego para empreender eu comecei a estudar marketing digital. No inicio eu até achei que precisava seguir aquelas estratégias e listas intermináveis de coisas que me diziam que eu &#8220;tinha&#8221; que fazer para dar certo. </p>



<p>Apesar de fazer sentido do ponto de vista lógico, no meu coração, aquilo era pesado. Eu não estava agindo na minha mais alta vibração. Foi quando percebi que estratégias podem ser úteis para alguns, mas a melhor forma de contribuir era sendo eu mesma. O meu coração já sabia a melhor estratégia, e ela era bem mais poderosa: simplesmente ser eu, falar do meu coração para o seu coração!</p>



<p>Nesse processo, percebi que cada um de nós possui uma frequência energética que atrai pessoas em sintonia conosco. Quando agimos de forma autêntica, atraímos pessoas que estão em harmonia com nossa vibração e que buscam o que temos a oferecer. Portanto, a melhor forma de contribuir é sendo nós mesmos, agindo de acordo com nossos valores e visão de mundo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Intensidade x Estresse</h4>



<p>Outro insight poderoso é a distinção entre intensidade e estresse. Muitas vezes, podemos pensar que uma vida leve significa não fazer esforço ou trabalho. No entanto, leveza não é sinônimo de ficar sem fazer nada. Em alguns momentos, podemos estar trabalhando muito, mas ainda assim nos sentindo leves e presentes. A chave aqui é não se apegar aos resultados. Quando você está realmente presente e no flow, o estresse não tem espaço.</p>



<p>No passado, eu acreditava que o estresse estava relacionado com o trabalho intenso, mas percebi que ele vinha da minha ansiedade e preocupação excessiva com os resultados que eu esperava alcançar. O estresse surge quando nossa mente está fixada nos resultados e na tentativa de controlar o futuro. A verdadeira leveza está em estar presente no momento e agir com entusiasmo e comprometimento, sem a preocupação excessiva com o que o futuro nos reserva. </p>



<p>Entendi que o melhor é seguir o entusiasmo no momento presente e deixar os resultados fluírem naturalmente. Trabalhar intensamente, de forma focada e dedicada, pode ser extremamente prazeroso quando estamos alinhados com nosso propósito. Ao aprender a viver com intensidade, mas sem estresse, percebi uma mudança significativa na forma como abordo meu trabalho e minha vida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sua personalidade</h4>



<p>Por fim, o terceiro insight que desejo compartilhar diz respeito à personalidade e ao autoconhecimento. Cada um de nós é único, e é essencial conhecermos a nós mesmos para encontrarmos a melhor forma de contribuir para o mundo. Por exemplo, como uma pessoa introvertida, descobri que minha energia se recarrega quando estou sozinha e em momentos de introspecção. Compreendi a importância de respeitar meu ritmo e encontrar meu fluxo criativo, alternando períodos de ação com momentos de recolhimento.</p>



<p>Acredito que a chave para uma vida leve e impactante é se conhecer profundamente, entender sua personalidade e seus padrões de energia, e agir alinhado com o que ressoa com sua essência. Lembre-se de que cada jornada é única, e é a partir do autoconhecimento que encontramos a chave para desvendar nosso verdadeiro propósito. Dessa forma, você será capaz de contribuir para o mundo de maneira autêntica e tendo uma existência plena e significativa. </p>



<p>Está precisando de ajuda para viver seu propósito?&nbsp;<a href="http://nadiainsights.com.br/mentoria">Clique aqui&nbsp;</a>para saber mais sobre a&nbsp;<a href="http://nadiainsights.com.br/mentoria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mentoria Propósito Online</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>Portanto, convido você a refletir sobre essas chaves e a iniciar sua própria jornada de descobertas em busca de uma vida leve e impactante. Se expresse de forma autêntica, equilibre intensidade e estresse, e respeite sua natureza única. Assim, tenho certeza de que você será capaz de trazer uma contribuição significativa para o mundo, enquanto vive uma vida repleta de propósito e realização.</p>



<p>Espero que essas reflexões inspirem você a buscar uma vida leve e impactante. Agradeço por compartilhar esse momento comigo e por me permitir contribuir para a sua vida. Se esse conteúdo fez sentido para você, fico feliz e grata por tê-lo tocado. O desejo do meu coração é que mais insights cheguem até você!</p>
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		<title>Motivação no trabalho após encontrar paz interior</title>
		<link>https://nadiainsights.com.br/motivacao-no-trabalho-apos-encontrar-paz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nadiabonuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito]]></category>
		<category><![CDATA[motivacao no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[proposito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao adotar práticas de meditação e buscar o autoconhecimento, é comum que ocorra uma mudança nas motivações e prioridades pessoais, afetando diretamente a motivação no ambiente profissional. Nesse post eu compartilho insights e sugestões para te ajudar a encontrar equilíbrio entre a paz interior e a motivação para o trabalho.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Introdução</h2>



<p>Como ter motivação no trabalho depois de encontrar a paz interior? Imagine alguém que vivia em uma grande cidade e não sabia o que era paz. Mas que depois de anos de estudos e práticas de meditação finalmente encontrou contentamento e paz interior! Porém agora enfrenta um desafio: Precisa voltar ao mercado de trabalho mas tem medo de perder essa paz, não sente mais motivação no trabalho! Neste post eu compartilho insights valiosos sobre como ter motivação no trabalho após encontrar a paz interior.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prefere vídeo?</h4>



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<iframe title="Como se motivar para voltar ao mercado de trabalho depois de encontrar a paz interior" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/FymT3HA-4Do?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Motivação no trabalho após encontrar a paz interior</h2>



<p>A inspiração para este post veio de uma mensagem de um inscrito no meu canal no YouTube. Essa pessoa, aos 38 anos, vivia imersa no turbilhão da vida em São Paulo e não conhecia a paz interior. No entanto, após 12 anos de práticas meditativas e estudos, encontrou um espaço interno de paz e contentamento que nunca imaginou existir. Agora, ao precisar voltar ao mercado de trabalho, sente o medo desmotivador de perder a paz conquistada com tanto esforço. Essa desmotivação dificulta o retorno. Então, como se motivar?</p>



<h3 class="wp-block-heading">Eu também passei por isso</h3>



<p>Essa mensagem me interessou muito, pois também perdi a motivação no trabalho após encontrar a paz. Acredito que compartilhar minha experiência pode te ajudar principalmente se você estiver passando por uma situação semelhante. Eu passei por uma fase da vida marcada por ansiedade e estresse, chegando até a ter um esgotamento emocional. Foi então que comecei a meditar e, com essa prática diária, encontrei a tão desejada paz interior. No entanto, naquela época, ainda trabalhava como professora universitária. Conforme essa paz crescia dentro de mim, o trabalho que eu fazia começou a perder o sentido e a motivação para trabalhar diminuiu muito.</p>



<p>Embora estivesse cumprindo minhas obrigações, já não sentia a mesma paixão e entrei em uma pequena crise interna. Por um lado, estava feliz por ter encontrado a paz interior, mas, por outro, não sentia mais motivação para trabalhar. Talvez você esteja passando por esse desafio de perder a motivação no trabalho depois de encontrar a paz. Isso é relativamente comum para aqueles que embarcam em uma jornada de autoconhecimento e buscam expandir a consciência, transformando seu estilo de vida. O que antes os motivava perde o sentido. Se você está enfrentando essa situação, espero que este post possa ajudar, pois compartilharei algumas ideias e aprendizados que adquiri ao longo da minha jornada e que me ajudaram a reencontrar a motivação no trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que a vida requer de mim?</h3>



<p>Pode ser que você tenha se afastado do mercado de trabalho e precise retornar, talvez para um trabalho que não lhe agrade muito ou que não faça mais sentido para você. Talvez seja uma necessidade econômica, precisando pagar suas contas e voltar a trabalhar. Nesse momento, você pode se ver em um trabalho que não faz mais sentido, mas que é necessário. O que me ajudou na época foi enxergar esse trabalho como algo temporário. Eu entendia que estava ali naquele momento, com responsabilidades a cumprir e um papel a desempenhar, mas eu não era aquele trabalho. Essa perspectiva de aceitação e compreensão de que era o necessário naquele momento me ajudou a lidar com a realidade. </p>



<p>Uma pergunta que gosto muito de me fazer e sugiro que você se faça é: O que a vida requer de mim agora? Talvez, nesse momento, a exigência da vida seja que você retorne ao mercado de trabalho ou continue em um emprego que não faça mais tanto sentido. Quando nos colocamos nesse espaço de aceitação da realidade, não encarando como algo permanente e imutável, é mais fácil relaxar, aceitar e não entrar em conflito com aquele momento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Presença</h3>



<p>Outro aspecto importante é trabalhar sua <strong>presença</strong>. Por que perdemos a motivação para trabalhar, principalmente em empregos tradicionais? Antes de encontrarmos a <strong>paz interior</strong>, é comum que o sucesso, o reconhecimento profissional e o que os outros pensam de nós nos motivem. No entanto, após encontrar a paz interior, essas conquistas perdem o significado. </p>



<p>O que passa a ter importância é a presença. Um ponto crucial na minha vida foi quando percebi que o sucesso para mim estava relacionado à minha capacidade de estar presente no dia a dia, cumprindo o que a vida exigia de mim. Isso é interessante porque, ao trazer essa mentalidade de presença para o trabalho, mesmo que não faça tanto sentido para você, verá que o sentido se transforma e se torna mais significativo. Portanto, se você pratica meditação e já encontrou a paz interior, trazer essa presença para o seu dia a dia pode ser um passo adiante. </p>



<p>Desafie-se a praticar a presença em ambientes e situações desafiadoras, com pessoas que talvez não tenham o mesmo nível de consciência. Coloque em prática aquilo que aprendeu nos retiros de meditação, nas suas práticas diárias, na vida real. Essa mentalidade de presença, não como uma competição com os outros, mas como um desafio pessoal, pode ajudá-lo a passar por essa fase de forma mais leve, tranquila e sem conflitos internos. Buscar a mesma motivação que existia antes pode ser difícil, pois aquilo que o motivava provavelmente não o motiva mais. No entanto, se você encontrou a paz interior, sugiro que se motive por meio da pergunta: quanto presente consigo estar neste momento? É isso que a minha vida requer de mim agora.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sua contribuição</h3>



<p>Além disso, um exercício de reflexão importante para encontrar motivação no trabalho seria pensar fora da caixa sobre sua <strong>contribuição</strong>. Como você pode trazer e compartilhar com o mundo o que aprendeu sobre paz interior? </p>



<p>Posso contar minha história como exemplo. Enquanto ainda trabalhava na universidade, percebi que competir com meus colegas para orientar mais alunos de mestrado e doutorado, publicar mais artigos e acumular um currículo extenso já não fazia mais sentido para mim. Foi então que joguei para o universo a intenção de me aproximar de pessoas mais alinhadas comigo. Dentro da universidade, encontrei outros professores com pensamentos semelhantes, incluindo uma professora que havia iniciado um projeto de meditação na instituição. Virei voluntária nesse projeto e todas as semanas, conduzíamos uma meditação para alunos, funcionários e professores que estavam interessados em meditar. Foi maravilhoso compartilhar o que eu tinha aprendido sobre paz interior, mindfulness e os benefícios da meditação. </p>



<p>Talvez você também possa fazer algo semelhante em seu ambiente de trabalho, compartilhando sua experiência e conhecimento. No mundo corporativo, muitas pessoas estão estressadas e ansiosas, e a meditação pode ser uma grande aliada. Se você possui experiência em meditação, por que não compartilhar o que sabe, pelo menos em parte, em sua empresa? Utilize uma linguagem científica ao apresentar os benefícios da meditação, mencionando estudos e evidências científicas. Práticas como mindfulness e exercícios de respiração podem ser introduzidas.  Portanto, considere essa possibilidade, caso seja viável dentro de seu ambiente de trabalho, para ser uma pessoa mais presente, consciente e também ajudar os outros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Preparação para o propósito</h3>



<p>Outro insight que gostaria de compartilhar é que esse processo todo pode estar preparando você para viver seu propósito de vida. Talvez você já não se sinta motivado para trabalhar na área em que atuava antes, pois sua jornada está te direcionando para algo maior. Aproveite esse momento de transição para descobrir seus dons, paixões e talentos. Pergunte a si mesmo como você pode contribuir verdadeiramente para o mundo, colocando seu propósito em movimento. </p>



<p>Assim como aconteceu comigo, percebi que não sentia mais motivação para trabalhar como professora universitária e comecei a explorar outras possibilidades. Investiguei o que me empolgava e motivava, como poderia utilizar meus dons e talentos para servir o mundo, alcançar meu potencial, encontrar a felicidade no trabalho. Acredito que isso é possível e está ao alcance de todos nós. </p>



<p>Descobrir seu propósito não é algo que acontece da noite para o dia; é um processo, uma jornada. No entanto, ao se encaminhar para essa direção, muitas portas se abrem. Tudo o que aconteceu em sua vida, inclusive a perda de motivação para trabalhar, pode ser um chamado para fazer algo diferente, contribuir de maneira diferente para o mundo. Talvez seu propósito esteja em uma área completamente nova, desalinhada com o trabalho anterior. Aproveite esse momento de transição para se descobrir e investigar o que você realmente deseja fazer. Como seus dons e talentos podem ser utilizados daqui para frente? </p>



<p>Está precisando de ajuda para descobrir e viver seu propósito? <a href="http://nadiainsights.com.br/mentoria">Clique aqui </a>para saber mais sobre a <a href="http://nadiainsights.com.br/mentoria" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mentoria Propósito Online</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>É incrível quando encontramos nosso propósito e voltamos a sentir motivação para trabalhar. É uma motivação diferente, intrínseca, baseada na alegria de trabalhar e na sensação de que nosso potencial criativo está sendo expressado. Encontre esse espaço de motivação e saiba que isso está diretamente ligado a descobrir seu propósito, a contribuir de maneira alinhada com quem você realmente é. Paz interior e trabalho não são incompatíveis. Quando nosso trabalho está alinhado com nosso propósito, podemos encontrar a paz e a realização.</p>



<p>Espero que este artigo tenha trazido insights e inspiração para você se motivar no trabalho após encontrar a paz interior. Lembre-se de ver seu trabalho atual como algo temporário, mantenha-se presente no momento e explore maneiras de compartilhar o que aprendeu com os outros. Aproveite esse período de transição para descobrir seu propósito de vida e encontrar uma motivação genuína para contribuir com o mundo. Trabalhar e sentir paz interior é possível quando nos alinhamos com nossa essência e utilizamos nossos dons e talentos para viver nosso propósito! </p>
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		<title>Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência</title>
		<link>https://nadiainsights.com.br/um-novo-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nadiabonuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jan 2022 22:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Despertar da consciência]]></category>
		<category><![CDATA[Um novo mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse post eu compartilho um resumo das melhores ideias do livro Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência de Eckhart Tolle. No livro ele fala sobre como podemos criar um mundo mais feliz, com mais paz e mais espiritualmente desenvolvido para viver.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje eu vou falar sobre um livro que eu adoro <a rel="noreferrer noopener" href="http://amzn.to/3FZmDNk" data-type="URL" data-id="amzn.to/3FZmDNk" target="_blank">Um novo mundo: O Despertar de uma nova consciência do Eckhart Tolle</a>. É um livro fácil de ler mas que é profundo e, dependendo do nosso nível de consciência, quando lemos de novo, vamos aumentando nosso entendimento. Eu já li mais de uma vez esse livro e eu percebi que a cada vez que eu leio eu vou aprofundando o conhecimento. Parece que tem tanta informação, é tão rico que não basta ler apenas uma vez, essa é a impressão que eu tenho dos livros desse autor.</p>



<p>E nesse post eu vou faço um resumo das melhores ideias desse livro, então vamos lá!</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-color" style="color:#59347e">Prefere vídeo?</h4>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência | Resumo das melhores ideias do livro" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/XcKB9xUgRi0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">O conteúdo desse post também está disponível em vídeo!</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading has-text-color" style="color:#59347e">O desabrochar da consciência</h4>



<p>Ele fala sobre a transformação da consciência. Esse é o propósito principal do livro, então ele diz que essa transformação é um florescimento interior radical e profundo que nos permite permanecer acima da identificação com a forma, acima da identificação com o ego porque é a nossa identificação com o ego que nos mantém numa espécie de prisão dentro da nossa própria personalidade, nós precisamos despertar para ver o mundo a partir da nossa essência. Ele diz que essa é a base dos ensinamentos mais sábios da humanidade e que houveram alguns precursores que trouxeram esse ensinamento em diferentes linguagens como, por exemplo, Buda e Jesus. Inclusive ele chama os precursores desses ensinamentos sobre transformação da consciência, de Flores. </p>



<p>Ah eu achei isso tão lindo, de fazer analogia do despertar da consciência com o desabrochar de uma flor! Ele disse que na época que esses precursores vieram e compartilharam essas mensagens, a maioria das pessoas que estavam ouvindo não tinha a capacidade de entender a profundidade dessas mensagens. É como se a humanidade ainda não estivesse pronta para essas mensagens. Mas que nós estamos nos encaminhando para um estágio de transformação coletiva da consciência da humanidade, um novo mundo, e que nós podemos criar a paz na Terra, criar o Céu na Terra. Inclusive é isso que ele traz: que podemos contribuir para viver num planeta com muito mais paz, felicidade e num lugar mais espiritualmente desenvolvido. </p>



<p>E como que a gente faz isso? Quando nós passamos por esse processo de despertar da consciência, ou seja, quando começamos a nos desidentificar com o ego, quando começamos a ficar consciente de como ego atua, quais são os padrões do ego, que antes eram inconscientes, quais são os condicionamentos que norteiam os pensamentos, as emoções e os nossos comportamentos.</p>



<div class="inherit-container-width wp-block-group is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained"><div class="wp-block-group__inner-container">
<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/8575423134/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;creativeASIN=8575423134&amp;linkCode=as2&amp;tag=nadiainsights-20&amp;linkId=d48af970833a4d61d38cd283087130f3" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?_encoding=UTF8&amp;MarketPlace=BR&amp;ASIN=8575423134&amp;ServiceVersion=20070822&amp;ID=AsinImage&amp;WS=1&amp;Format=_SL160_&amp;tag=nadiainsights-20" alt="" width="160" height="240"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><a rel="noreferrer noopener" href="https://amzn.to/3FZmDNk" target="_blank">Adquira aqui o livro</a></figcaption></figure>
</div></div>



<h4 class="wp-block-heading has-text-color" style="color:#59347e">As faces do ego</h4>



<p>O livro Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência, fala muito sobre o ego, sobre a essência do ego e também sobre a questão da interpretação dos papéis e o quanto isso fortalece o ego. Eu achei muito interessante a maneira como ele traz, ele diz que a gente desempenha vários papéis, e que isso acaba fortalecendo o ego.</p>



<p>Por exemplo, um papel bem comum que as pessoas desempenham, e que todos nós, um dia pelo menos, já desempenhamos esse papel, é o papel de vítima: Ah, coitadinho de mim, a minha história, os meus problemas&#8230; Isso é uma maneira de chamar a atenção, para que as pessoas nos olhem, nos reconheçam e isso sempre fortalece o ego, então desempenhar papéis sempre tem por objetivo fortalecer o ego. Tanto papéis que a gente pode interpretar como &#8220;negativos&#8221; como de ser a vítima. Mas também às vezes até papéis que a gente poderia dizer &#8220;positivos&#8221;, por exemplo, papéis que a gente ocupa dentro da família: de filha, mãe ou irmã&#8230; Ou também papéis em relação a um relacionamento com outras pessoas, um relacionamento amoroso ou em relação ao trabalho. É bem comum termos uma identificação com a nossa profissão, por exemplo. </p>



<p>Eu, particularmente, tive isso por muito tempo. Eu me dei por conta de que eu me identificava profundamente com esse papel relacionado a minha profissão. Eu trabalhei anos como professora universitária, e lembro que eu me apresentava assim: Eu sou professora universitária! Inclusive eu enchia a boca para falar porque eu tinha orgulho e um nível de identificação muito forte. Quando eu resolvi sair daquele emprego para viver meu propósito, o que mais me incomodou e que adiou para eu fazer esse processo de transição era a identificação que eu tinha com esse título de professora universitária. Eu lembro de pensar assim: &#8220;Nossa, mas as pessoas não vão mais me chamar de professora.&#8221; E isso me deixava muito triste. Porque eu tinha uma identificação muito profunda com esse papel. Inclusive quando eu saí, por um tempo eu me senti muito perdida&#8230;&nbsp;</p>



<p>Então acabamos ao longo da nossa vida nos identificando mais com alguns papéis do que com outros, e essa identificação é uma das artimanhas de fortalecimento do ego. Tá, mas como que eu vou agir no mundo se não for por meio desses papéis? </p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Fazer o que é exigido de nós em qualquer situação sem que isso se torne um papel com o qual nos identificamos é uma lição essencial na arte de viver que todos nós estamos aqui para aprender. Somos mais eficazes no que quer que façamos quando executamos a ação em benefício dela mesma, e não como um meio de proteger a identidade do nosso papel. Todo o papel é uma percepção fictícia do eu e, por meio dele, tudo se torna personalizado e assim corrompido e distorcido pelo &#8220;pequeno eu&#8221; criado pela mente, seja qual for a função que este esteja desempenhando.</p>
<cite>Eckhart Tolle</cite></blockquote>



<p>É possível desempenhar funções do mundo, trabalhar, ter uma profissão e não estar identificado(a) com esse papel.  Ler esses capítulos me ajudou muito, principalmente quando ele fala desse agir não se identificando com o papel. Podemos sim contribuir para a transformação do mundo e para o despertar de uma nova consciência agindo por intermédio muitas vezes das nossas profissões e do nosso trabalho, mas fazendo isso de um lugar muito mais consciente, observando os condicionamentos do ego. </p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-color" style="color:#59347e">Corpo de dor</h4>



<p>Além dos pensamentos,&nbsp; das vozes na cabeça que contribuem para fortalecer o ego, também existem as emoções. E&nbsp; nem sempre conseguimos enfrentar essas emoções, principalmente o que nós chamamos de emoções negativas como: raiva, tristeza, rancor, ressentimento, inveja, ciúme&#8230; Essas emoções negativas que não queremos sentir, costumamos reprimir ou suprimir, ou seja, não enfrentamos essas emoções. Mas uma emoção que não é enfrentada deixa no corpo um traço remanescente de dor. Então imagina uma pessoa adulta que tem isso, essas emoções, esses traços de remanescentes de dor de emoções que foram reprimidas na infância, na adolescência e também na vida adulta. Todos nós temos isso, alguns mais, outros menos, e nesse livro o Eckhart Tolle traz um termo que eu achei fantástico.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Por causa da tendência humana de perpetuar emoções antigas, quase todo mundo carrega no seu campo energético um acúmulo de antigas dores emocionais, que eu chamo de &#8220;corpo de dor&#8221;.&nbsp;</p>
<cite><meta charset="utf-8">Eckhart Tolle</cite></blockquote>



<p>Depois que eu li esse livro pela primeira vez, eu comecei a usar inclusive o termo <strong>corpo de dor</strong> porque eu sinto que descreve muito bem essas emoções que nós suprimimos ou reprimimos e que formam um campo energético que envolve todas as nossas células. Inclusive ele disse que na maioria de nós esse corpo de dor, ele fica latente, ele não fica o tempo inteiro ativo, e de repente acontece alguma coisa, que é um gatilho emocional&#8230; Pronto, o corpo de dor se manifesta, ele fica ativo, é como se a pessoa estivesse possuída por uma entidade, hahaha. Mas não é um fenômeno espiritual de ser possuída, é no sentido que esse corpo de dor que todos nós temos, tem momentos em que ele toma conta de nós é isso que ele quer dizer.&nbsp;</p>



<p>Eu percebi que em vários momentos da minha vida eu tive essa manifestação forte do corpo de dor, principalmente em explosões de raiva. Eu já fui aquela pessoa que estava com raiva e explodia! E eu não entendia muito bem porque eu fazia isso. A sensação é como se tivesse uma entidade me possuindo mesmo! Aquela situação que você age e depois você se pergunta: Mas por que eu fiz isso? Por que eu disse isso? O que eu estava pensando? Por que eu agi daquela maneira? A gente fica quase que irracional em alguns momentos. É isso que eu comecei a me dar por conta, de momentos em que o meu corpo de dor estava tão forte que eu tive ações e atitudes que depois parando para pensar não fizeram sentido. </p>



<p>E todos nós temos corpo de dor, alguns de nós têm um corpo de dor mais denso que é aquela pessoa que tem mais coisas que ela reprimiu, que ela suprimiu&#8230; Inclusive ele fala que quando a gente chega perto de uma pessoa que tem um corpo de dor tão denso é pesado, sabe? Você sente que não é muito agradável ficar perto de uma pessoa que tem o corpo de dor tão denso, principalmente, obviamente, quando esse corpo de dor tá ativo.</p>



<p>E é só a presença, só a consciência que faz com que a gente consiga enfraquecer o corpo de dor. Porque o corpo de dor se alimenta de dor! Então quando uma pessoa está com o corpo de dor ativo e estamos na presença dela, ela tende a falar e agir, de forma inconsciente, para ativar o seu corpo de dor. Então se você tá na presença de alguém enquanto o corpo de dor dela está ativo, ela vai falar coisas para te deixar triste, irritado(a), para baixo, enfim&#8230; ela quer te puxar para o sofrimento dela, literalmente. Então, temos que estar presentes para não entrar nessa onda, para não entrar no corpo de dor da outra pessoa e também para notar quando o nosso próprio corpo de dor tá ativo. É um trabalho de presença, para ter consciência de quando o nosso corpo de dor está ativo ou quando o corpo de dor da outra pessoa está ativo.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-color" style="color:#59347e">Propósito interior</h4>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Nosso propósito interior é despertar. É simples assim. Nós o compartilhamos com todas as pessoas do planeta porque esse é o propósito da humanidade. O propósito interior de cada indivíduo é uma parte essencial do propósito do todo &#8211; do universo e da sua inteligência emergente. Por outro lado, o propósito exterior pode mudar ao longo do tempo. Ele varia significativamente de pessoa para pessoa. Encontrar o propósito interior e viver alinhado com ele é o alicerce para a satisfação do propósito exterior. É a base para o verdadeiro sucesso. Sem esse alinhamento, até conseguimos alcançar determinadas metas por meio do esforço, da luta, da determinação e do puro trabalho intenso ou da esperteza e da habilidade. Mas não existe alegria nesses empreendimentos e eles costumam acabar em alguma forma de sofrimento.</p>
<cite><meta charset="utf-8">Eckhart Tolle</cite></blockquote>



<p>Muitas pessoas que estão numa jornada espiritual se questionam sobre propósito:&nbsp; Qual é meu propósito? Qual é a missão de vida? Eu mesma já tive nesse lugar, desesperada para descobrir qual era o meu propósito.</p>



<p>E a minha visão hoje é que precisamos voltar para dentro, para o autoconhecimento, para o nosso propósito interior. O nosso propósito primário é o despertar. Quando nos reconectamos com a nossa essência, com o Ser, agimos no mundo, que é o propósito exterior, deste lugar. Se só estamos&nbsp; preocupados em agir no mundo: O que eu vou fazer? O que eu faço da minha vida? E não temos a intenção de despertar a consciência, a nossa ação no mundo é comandada pelo ego. Inclusive ele fala que muitas vezes a pessoa age no mundo dizendo que a intenção dela é espiritual mas se ela não tá conectada com o propósito interno dela, ela vai agir a partir do ego. Isso até é perigoso, né? Tem muita gente que age a partir desse lugar.</p>



<p>Ao invés de se preocupar com: O que eu tenho que fazer? Pense em: Como fazer? Esse como fazer, é agir a partir da consciência. Focar em aprofundar, intensificar e acelerar o processo de despertar da consciência, é o que vai te dar mais clareza de qual é o seu propósito externo. Porque o propósito externo pode mudar! Como estamos numa jornada de aprofundar o despertar da consciência, faz sentido que o propósito externo mude. Se você está conhecendo mais sobre si mesma(o) e entendendo mais o seu papel no mundo, então o propósito externo vai mudando, vai se adaptando. Por isso a importância também de não estar tão identificada(o) com os papéis que você desempenha na sociedade, porque isso facilita essa adaptação ou mudança, caso necessária, no propósito externo. Mas tudo começa no entendimento de qual é o nosso propósito interno, para que os dois andem juntos.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-color" style="color:#59347e">Um novo mundo</h4>



<p>No livro ele fala sobre uma nova Terra, um novo mundo, que a gente pode ajudar a criar, contribuir nesse novo mundo. E como que a gente faz isso? Com a ação desperta, ou seja, quando a gente aprofunda o nosso processo de despertar da consciência, a gente começa agir do mundo de uma forma desperta. E cada um de nós vai encontrar sua maneira de agir no mundo. Ele disse que alguns de nós vão se envolver em atividades externas de criar, de construir, de influenciar pessoas, de realmente transformar o mundo com ações. Existem pessoas que vão sentir mais afinidade com viver em comunidades espirituais, por exemplo, mais isoladas, que são pessoas mais introspectivas. E também tem pessoas que mesmo não aparecendo, vamos dizer assim, vivendo as suas vidas, nas suas casas, vão estar tão conectadas que vão contribuir com uma nova frequência, inclusive ele chama essas pessoas de doadores de frequência. Ele fala como cada um de nós pode se encaixar nesse novo mundo e contribuir a partir de uma ação desperta. É o último capítulo do livro, realmente muito inspirador.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-right is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A nova Terra surge à medida que um número cada vez maior de pessoas vai descobrindo que o seu propósito mais importante na vida é trazer à luz da consciência a este mundo e, assim, usa as suas ações, sejam elas quais forem, como um veículo para a consciência. A alegria do Ser é a alegria de estar consciente.</p>
<cite><meta charset="utf-8">Eckhart Tolle</cite></blockquote>



<p>Nem todos os mestres espirituais trazem essa questão de &#8220;O que fazer depois do Despertar?&#8221; de uma forma tão prática como o Eckhart Tolle traz no livro Um novo mundo: o despertar de uma nova consciência. Se você está no processo do despertar da consciência ou em busca do seu propósito, esse é um livro que eu indico para você ler, reler, refletir e agir a partir desse lugar, de um lugar da consciência desperta!</p>
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		<title>Não-dualidade para iniciantes</title>
		<link>https://nadiainsights.com.br/nao-dualidade-para-iniciantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nadiabonuma]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2022 22:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Não-dualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sou eu? Se você está numa jornada de autoconhecimento você já deve ter se perguntado isso e a resposta satisfatória para esta pergunta vem de dentro, da contemplação na nossa própria existência. </p>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Não-dualidade para iniciantes</h3>				</div>
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									<p><span style="color: #172b4d; font-family: -apple-system, 'system-ui', 'Segoe UI', Roboto, 'Noto Sans', Ubuntu, 'Droid Sans', 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 14px;">Quem sou eu? Se você está numa jornada de autoconhecimento você já deve ter se perguntado isso e a resposta satisfatória para esta pergunta vem de dentro, da contemplação na nossa própria existência. Esse post é sobre não-dualidade para iniciantes. Para você que está iniciando a sua auto-investigação ou mesmo para você que talvez nunca tenha ouvido falar do termo não-dualidade, mas está em busca de respostas para suas questões existenciais. </span></p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-small">Prefere vídeo?</h2>				</div>
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									<p><span style="color: #172b4d; font-family: -apple-system, 'system-ui', 'Segoe UI', Roboto, 'Noto Sans', Ubuntu, 'Droid Sans', 'Helvetica Neue', sans-serif; font-size: 14px;">O conteúdo desse post também está disponível em vídeo:</span></p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">O que é não-dualidade?</h2>				</div>
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									<p>O termo não-dualidade vem da palavra em sânscrito Advaita que significa não dois ou seja unidade. Todos os ensinamentos que apontam nessa direção: que nós somos uma coisa só, nós somos essa unidade, nós somos todos um&#8230; são ensinamentos não duais. Essa unidade muitas vezes é chamada de Consciência ou Pura Consciência, ou Existência, Ser, o Eu Sou, em algumas tradições Deus. Todas as mentes humanas fazem parte dessa Consciência, o que significa que a Consciência é a verdadeira natureza de todas as mentes. Como isso é uma Verdade, sempre que nós acreditamos que nós somos separados uns dos outros nós sofremos. Essa é a origem do nosso sofrimento: a ilusão na separação tanto no nível pessoal, no nível do Ego: dos pensamentos, da mente, das emoções. Como no nível coletivo: é a origem das lutas, dos conflitos entre grupos, das guerras entre as nações. E a origem é essa ilusão da separação, porque nós nos vemos separados uns dos outros nós brigamos, competimos e sofremos, e muito, com essa ilusão. </p>
<p>Mas você pode estar pensando: &#8220;Tá, isso aí que você tá falando é bonito, já ouviu falar que nós somos todos um, mas a verdade é que eu me sinto separado dos outros.&#8221; Ah, e por quê que isso acontece? Porque uma das primeiras coisas que acontecem conosco quando a gente é bebê, criança, é que a gente se identifica muito com o nosso corpo. Então o senso comum é que nós somos o corpo. E por quê? Porque nós experienciamos o mundo através desse corpo, então a nossa experiência no mundo, desde que a gente é criança, é uma experiência sensorial. A gente usa os cinco sentidos para experienciar o mundo. E a partir das nossas experiências, dessas percepções sensoriais, nós vamos ter emoções e pensamentos&#8230; e tudo isso fica muito limitado. O que o corpo consegue perceber é o que a mente acredita que é real, que é verdade, que é um mundo. Então toda a nossa experiência parte disso, das nossas sensações, dos cinco sentidos então a gente acaba, por consequência, se identificando com o corpo e se vendo como separados uns dos outros. </p>
<p>Por exemplo, se pegarmos um objeto, como um livro, então conseguimos sentir a textura do livro através do tato, conseguimos sentir o cheiro através do olfato, conseguimos ler as páginas usando a visão&#8230; A gente percebe o mundo através dos cinco sentidos então a gente acaba acreditando que nós somos o corpo e que tudo que existe é matéria&#8230; E  tudo que a gente for tirar de conclusões a respeito do mundo normalmente a gente tira essas conclusões a partir dessas percepções sensoriais, só que essas percepções sensoriais elas são limitadas. Começando por a gente achar que o mundo é matéria, na verdade até a ciência já comprovou que o mundo não é matéria! Mas, como a gente percebe como matéria, conseguimos tocar, sentir as coisas&#8230; a gente acaba acreditando lá no fundo, que o mundo a matéria e que nós somos esse corpo e portanto a única coisa que é real é aquilo que a gente consegue perceber com cinco sentidos. Então aí já começa o nosso primeiro equívoco, e é normal todo mundo passa por isso. </p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Auto-investigação</h2>				</div>
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									<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var(--ast-global-color-3);">O que a gente precisa fazer é uma auto-investigação: começar a questionar tudo! Questionar as nossas percepções e as conclusões que a gente tira das nossas percepções, porque a nossa mente, que cria os nossos pensamentos, ela é limitada! Por que a mente é limitada? Porque a mente cria pensamentos e conclusões a partir de percepções sensoriais e o que a gente consegue tocar, ver, ouvir, sentir do mundo é limitado, então é por isso que você se sente separado e todo mundo se sente separado num primeiro momento. A gente se sente separado, mas aí quando a gente começa a fazer uma auto-investigação dirigida, que os apontamento da não-dualidade nos ensinam a fazer, a gente começa a questionar essa ideia de mundo. </span></p><p>Primeiro é entender que o que você acredita que é o mundo, não é o mundo! É o que você consegue perceber do mundo com seus cinco sentidos! É por isso que esse questionamento de Quem sou eu é o questionamento central da nossa vida! Quem sou eu? Eu sou esse corpo? Eu sou esses pensamentos? Eu sou essas emoções? Quem sou eu? Eu sou esses rótulos todos que a sociedade me impôs? Mas e antes de ter esses rótulos, antes de ter esse nome, antes dos meus pais me chamarem lá de Nadia quando eu nasci, antes disso, quem sou eu? E a gente começa esse processo todo de auto-investigação. E esse processo, no começo, ele pode aparecer um pouco estranho talvez até isso que eu tô dizendo para você aqui pode parecer um pouco estranho, parar e se questionar: Como assim, quem sou eu? Por que que essa pergunta é tão importante? </p><p>Ela é! Se perguntar quem sou eu é muito importante porque quando a gente se conhece, quando a gente se percebe, a gente começa a conhecer o mundo de verdade! Porque quando eu me conheço, eu conheço o mundo! E é isso que nos ensina a não-dualidade, então se você quer saber mais a respeito do mundo, num sentido existencial, comece a se investigar, a se auto-observar, a fazer esse processo de auto-investigação. Aí você vai começar a entender quem é você, a reconhecer quem é você e a partir daí você vai entender melhor o mundo.</p><p>E a gente pode começar esse processo de investigação trazendo a nossa presença.  Trazer a presença é fundamental, estar aqui agora, no momento presente, como um observador(a)! Então eu vou observar o que está acontecendo <span style="color: var(--ast-global-color-3); font-size: 1rem;">aqui e agora:</span><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var(--ast-global-color-3);"> vou observar o meu corpo, vou observar as sensações, </span><span style="color: var(--ast-global-color-3); font-size: 1rem;">vou observar </span><span style="color: var(--ast-global-color-3); font-style: inherit; font-weight: inherit;">as percepções dos cinco sentidos, vou observar se vier algum pensamento, vou observar se vier alguma emoção&#8230; E quando a gente se coloca nesse lugar do observador(a) existe algo que percebe, existe algo que percebe o corpo, existe algo que percebe os cinco sentidos, existe algo que percebe as emoções, existe algo que percebe os pensamentos&#8230;</span></p><p> </p>								</div>
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					<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Esse algo que percebe é o Eu Sou!</h2>				</div>
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									<p>Eu Sou algo que percebe, Eu Sou essa testemunha que percebe, Eu Sou a Consciência! Esse é um dos primeiros ensinamentos da não-dualidade: fazer essa diferenciação entre a mente e a Consciência. Identificar que a mente é onde estão esses pensamentos, esses processos todos de pensamentos que eles podem aprisionar energia no nosso corpo vital como emoções. Observar isso e fazer essa primeira diferenciação entre mente e Consciência ajuda muito nessa percepção da Consciência do Eu Sou.</p><p>E aí a gente começa a perceber esses pensamentos e a não se identificar mais com esses pensamentos. Opa, tem esse pensamento aqui, tá vindo esse pensamento, tá vindo essa emoção, tá vindo essa sensação mas eu não sou apenas, exclusivamente, esse pensamento, eu não sou essa emoção. Eu Sou o Ser, eu sou aquilo que já existia antes de virem esses pensamentos, antes de virem essas emoções, antes desse corpo aqui ter essas percepções!</p><p>E esse reconhecimento do Eu Sou, nos traz muita paz! Esse é um lugar de paz, é um reconhecimento, e à medida que a gente vai aprofundando esse processo de auto-investigação isso vai ficando mais claro, a gente vai manifestando mais isso para o mundo: esse lugar de paz. Esse lugar de paz é voltar para dentro, para o teu centro, para o teu Ser!</p><p>E saber que a gente pode voltar a atenção para dentro, para o nosso centro, para o nosso Ser é muito bom, traz muita paz para nossa vida, muita calma. Às vezes as pessoas falam para mim: &#8220;Nossa Nadia, você parece tão calma!&#8221; Essa calma é um lugar que eu acesso quando reconheço o Eu Sou! E não existe nada de especial em mim, nada, não sou uma pessoa especial, sou uma pessoa que nem você, igualzinha, diferente, mas igual vamos dizer assim. Então eu estou te apontando aqui um caminho, que é um caminho de reconhecimento dessa paz que nós somos. </p><p>Nós somos essa paz, nós somos o amor manifestado! E quando a gente lembra disso, e entra de novo nesse lugar, e reconhece que nós somos a paz, o amor, a alegria&#8230; esse é um lugar de muito poder! E quando eu falo poder, não é poder para manipular os outros, para controlar os outros. Mas é um poder que vem desse reconhecimento: Eu Sou isso! <span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var(--ast-global-color-3);">Esse lugar do Eu Sou, de reconhecer o Eu Sou é um lugar de lembrar que nós somos em essência todos um! É um processo experiencial! </span></p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var(--ast-global-color-3);">Talvez agora você esteja lendo as minhas palavras e ainda não tenha experienciado de forma consciente isso que eu tô falando, pode ser que em algum nível isso esteja confuso para você. Mas eu te convido a experienciar isso. Às vezes quando a gente lê ou ouve isso pela primeira vez, pode parecer um pouco estranho, pode parecer um pouco difícil, talvez a gente precise ouvir mais. Esses ensinamentos de não-dualidade eu tive que ouvir muitas vezes, muitas e muitas vezes, praticar e aprofundar a auto-investigação para realmente ter esse reconhecimento. Então eu te sugiro iniciar a sua prática de auto-investigação! </span></p><p>obs.: Quando vamos fazendo mais esse exercício de auto-investigação, essa distinção inicial entre mente e Consciência vai perdendo o sentido. Mas, como esse é um post introdutório, um post de não-dualidade para iniciantes, eu sinto que é importante fazer essa distinção entre mente e Consciência. Eu sinto que vai te ajudar no início.<span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var(--ast-global-color-3);"><br /></span></p>								</div>
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